quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Design of emergency lighting in stairs of condominium buildings

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                 Residential or commercial buildings need to have emergency lighting on the stairs for access and escape. Such lighting in the past was resolved by installing batteries on the lower level, in order to provide the 120 V needed to light the lamps. They were of filament and the system worked poorly only in order to get authorization from the Fire Department and the "occupancy", because both the battery and chargers was precarious damaging them soon, as the duration of lighting during emergencies was small, due to the high consumption of filament lamps.

                 With the advent of economic lamps, fluorescent, made possible the use of the breaks on this system, but its use was restricted to high category buildings, where residents could pay dearly for comfort, for the cost of a no-break fitting.

                 Today with the advent of ´ LED s and the inverters, it is possible to obtain a good result using a gel battery, with 5 years of duration, a charge controller and wind or solar charging system charging system beyond the network, today's most advanced and economical, can cost very little and last 20 years changing only the batteries every 5 years.
               
                  Motion sensors embedded in the energy-saving fixtures tornado batteries cheaper, besides the use of ´ LED s, which causes the entire system to be more economical, although apparently still high cost of LED emitters (if we calculate the stops for replacement of fluorescent bulbs every 3000 hours, operating cost, consumption, environmental poisoningThis is equal to or less than the cost of current lamps).

                Os edifícios residenciais ou comerciais necessitam possuir iluminação de emergência nas escadarias de acesso e fuga. Tal iluminação, no passado foi resolvida instalando-se baterias no piso inferior, a fim de proporcionar os 120 V necessários para acender as lâmpadas. Elas eram de filamento e o sistema funcionava precariamente apenas com a finalidade de conseguir autorização dos bombeiros e o “habite-se”, pois tanto o carregador das baterias era precário danificando-as em pouco tempo, quanto a duração de acendimento durante as emergências era pequeno, devido ao consumo elevado das lâmpadas de filamento.

              Com o advento das lâmpadas econômicas, fluorescentes tornou possível o emprego de no breaks neste sistema, porém seu uso ficou restrito aos prédios de alta categoria, onde os moradores podiam pagar caro pelo conforto, pelo custo de um no-break adequado.

             Hoje com o advento dos LED´s e os inversores, é possível obter-se um bom resultado empregando uma bateria de gel, com 5 anos de duração, um controlador de carga e sistema de carga solar ou eólico além do sistema de carga pela rede, hoje mais avançado e econômico, pode custar muito pouco e durar 20 anos trocando-se apenas as baterias a cada 5 anos.



             Sensores de movimento embutidos nas luminárias economizam energia tornado as baterias mais baratas, alem do uso de LED´s, o que faz com que todo o sistema seja mais econômico, apesar do custo ainda aparentemente elevado dos emissores de LED, (se computarmos as paradas para substituição das lâmpadas fluorescentes a cada 3000 horas, o custo operacional, o consumo, o envenenamento do meio ambiente, este custo fica igual ou inferior ao das atuais lâmpadas).

            O custo de recarga da bateria pela rede ainda é o mais econômico, visto que a geração solar e eólica ainda são caríssimas, tendo, geralmente um “pay-back” em torno de 7 a 15 anos, a depender da localização, instalação e dimensionamento, além do tipo de gerador. Se em Cabo Frio, por exemplo, podemos dimensionar um sistema eólico para ser pago e, até 3 anos, devido aos ventos constantes no local.





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